quinta-feira, 11 de maio de 2017

#181 QUINN, Julia, Um Pedacinho de Céu

Sinopse: Quem conhece Honoria Smythe-Smith sabe que, para lá das suas inúmeras qualidades, a jovem tem algumas... enfim... particularidades, nomeadamente:
1. É uma entusiástica (e péssima!) violinista
2. Fica fora de si sempre que alguém diz “Bicho”
3. NÃO está apaixonada (não está!) pelo melhor amigo do irmão
3. Sobrevivem ao pior espetáculo musical do mundo



Já Marcus Holroyd, conde de Chatteris, é o seu oposto. É um rapaz tímido e responsável, mais conhecido por:
1. Ser lamentavelmente dado a entorses do tornozelo
2. Carregar o fardo de ser um dos solteirões mais cobiçados
3. NÃO estar (de todo!) apaixonado pela irmã do melhor amigo 

Juntos...
1.São grandes amigos
2. Comem quantidades escandalosas de bolo de chocolate

Julia Quinn tem para eles planos que incluem...
1. Uma febre mortífera 
2. Momentos (muito!) embaraçosos
3. Um final desesperadamente romântico 


Opinião: Foi um livro ao estilo do Amor e Enganos, da mesma autora. É mais doce e romântico do que erótico. Em termos de sequência de acontecimentos, grande parte do livro é despendido na anunciada “febre mortífera”. Não está mal feito, o leitor importa-se realmente com o herói em agonia. Marcus é um tipo porreiro e Honoria tem uma certa força intrínseca. Gostei sobretudo da interação entre a protagonista e a mãe. Achei que a mãe dela poderia ter sido melhor explorada. As aparições da Lady Danbury acrescentam sempre um toque de humor ao livro. Há química entre os protagonistas, é uma bonita história de um amor que surge de mansinho e arrebata os jovens incautos. Não é um livro que arranque suspiros, mas recorda-nos que o amor pode nascer de ajuda mútua e de afeição quase fraternal. Ao contrário daquelas histórias em que a pessoa que se almeja é alguém que parece desadequado e até nos faz mal. Em “Um Pedacinho de Céu”, duas pessoas descobrem que a outra é perfeita para si.

Classificação: 4****/*

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